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Ácido glicólico: para que serve e como age na pele

  • Foto do escritor: Climédica BH
    Climédica BH
  • 10 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O ácido glicólico é um dos queridinhos do universo dos cuidados com a pele e não é à toa.

Derivado da cana-de-açúcar e pertencente à família dos alfa-hidroxiácidos (AHAs), ele se destaca por sua alta capacidade de renovação celular. Por ter a menor molécula entre os AHAs, o ácido glicólico penetra na pele com mais facilidade, oferecendo resultados visíveis em pouco tempo quando usado corretamente.


Para que serve o ácido glicólico?

O ácido glicólico tem múltiplas funções e pode beneficiar diferentes tipos de pele. Entre suas principais utilidades estão:


1. Renovação celular

Ele acelera a remoção das células mortas da superfície da pele, deixando o rosto mais iluminado, liso e com textura uniforme.


2. Clareamento de manchas

O ácido glicólico contribui para reduzir hiperpigmentações, como melasma e manchas pós-inflamatórias, ao promover uma descamação suave e estimular a renovação da epiderme.


3. Controle de acne leve

Ao desobstruir os poros e evitar o acúmulo de células mortas, ajuda a reduzir cravos, melhorar a oleosidade e prevenir inflamações.


4. Redução de linhas finas

O uso contínuo estimula o colágeno, deixando a pele com aparência mais firme e rejuvenescida.


5. Melhora do viço

A pele ganha mais brilho natural e um aspecto saudável, com aquele efeito “pele acordada”.


Como o ácido glicólico age na pele?

A ação do ácido glicólico acontece principalmente em duas frentes:


Esfoliação química suave

Ele dissolve as ligações entre as células mortas da camada mais superficial da pele (estrato córneo), promovendo uma limpeza profunda e estimulando a renovação natural.


Estimulação do colágeno

Ao penetrar nas camadas mais profundas, o ácido glicólico provoca uma leve remodelação da matriz extracelular, incentivando a produção de colágeno, essencial para firmeza, elasticidade e prevenção de linhas finas.


Como usar o ácido glicólico com segurança?

  • Comece devagar: 1 a 3 vezes por semana, principalmente em peles sensíveis.

  • Atenção à concentração: produtos para uso domiciliar costumam variar entre 2% e 10%.

  • Use sempre à noite: para evitar irritações e sensibilização ao sol.

  • Protetor solar obrigatório: a pele fica mais sensível à radiação UV.

  • Evite misturas arriscadas: como retinol, vitamina C pura (L-ascórbica) e outros ácidos no mesmo momento da rotina.


Quem deve evitar o ácido glicólico?

Pessoas com pele extremamente sensível, eczema ativo, rosácea em crise ou com uso recente de procedimentos agressivos devem evitar ou utilizar apenas com orientação profissional.


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